terça-feira, setembro 19, 2006

Dia Mundial do Coração 2006


24 de Setembro de 2006 Não deixe esta batida morrer, ponha o corpo a mexer .

A Associação Shotokan KarateDo Gândara Bairrada fará uma demonstração, junto Á Câmara Municipal de Cantanhede

domingo, setembro 17, 2006

Histórias e Tradições do Japão




De 30 de Setembro a 29 de Outubro Porto e Nagashi - cidades geminadas - serviram de inspiração às três exposições organizadas pela Cooperativa de Actividades Artísticas “Árvore”.

Bonecos Tradicionais Japoneses- Colecção “Beatriz Martins Janeiro”, do Museu do Brinquedo em Sintra, e colecções particulares da Embaixatriz Ingrid Bloser Martins e da Embaixada do Japão Homenagem a Nagasaki
Quadros, com temas japoneses de chá, pintados sobre seda, de autoria de Thuy Tien e Exposição de Bules de Chá Japoneses, colecção particular da Embaixatriz Ingrid Bloser Martins

Na Casa do Infante, no Porto, de 2ª a Sábado das 10h às 17h30 e Domingos das 14h às 17h.

Visões do Japão no Final do séc. XIX através da Gravura Japonesa - exposição da Colecção de Manuel Paias

No CRAT -Centro Regional de Artes Tradicionais, Porto, de 2ª a 6ª, das 10h00 às 12h00 e das 13h00 às 18h00.

Todas as exposições têm entrada livre.


FONTE

sábado, agosto 19, 2006

Plano de actividades para a época de 2006/07


Setembro
Dia 30 Treino de avançados na Tocha

Outubro
Dia 28 Treino de avançados em Mira

Novembro
Dias 4 e 5 Estágio Regional e exames de graduação em Cantanhede

Dezembro
Dias 16 e 17 Estágio com o Sensei Dirk em Albergaria-a-Velha

Janeiro
Dia 6 Exames de graduação na Presa – Mira
Dia 27 Treino de avançados Febres

Fevereiro
Dia 24 Treino de avançados na Poutena

Março
Dias 3 e 4 Estágio com o Sensei Dirk em Aveiro
Dia 31 Treino de avançados em Mira

Abril
Dia 7 Exames de graduação na Poutena
Dia 28 Treino de avançados Febres

Maio
Dias 5 e 6 Estágio com o Sensei Dirk em Gondomar
Dia 9 Campeonato da AKSGB na Tocha
Dia 26 Treino de avançados na Praia da Tocha

Junho
Dia 23 Treino de avançados em Mira

Julho
Dias 7 e 8 Estágio Regional e exames em Mira
Dia 28 Treino e festa convívio de encerramento de época em Mira

sexta-feira, agosto 18, 2006

FALECEU O SENSEI ASAI


Tetsuhiko Asai, 9º dan, expoente máximo do Karaté Shotokan faleceu no passado dia 15 de Agosto. Para surpresa de muitos, o sensei debatia-se há meses contra a leucemia.
Tetsuhiko Asai era o instrutor chefe da JKS (Japan Karate Shotoenmei), e deixa para trás o enorme Legado de uma vida dedicada ao Karaté-Do.
As exéquias fúnebres terão lugar a 1 de Setembro em Tóquio.

quinta-feira, julho 27, 2006

FINAL DE ÉPOCA

No próximo dia 29 realizamos um treino na Praia da Tocha (lado sul) e terminamos a época com um almoço na Associação 1º de Maio na Tocha.
Vai ser um momento de treino e confraternização.
Para aqueles que pretendam treinar durante o mês de Agosto vamos manter dois Dojos abertos.
Poutena - Ter e Sex. às 19.30 horas
São Caetano - Seg. e Quin. Às 20 horas

terça-feira, julho 11, 2006

DEMONSTRAÇÃO


No dia 22 de Julho pelas 19.00 horas, estaremos na Expofacic, para efectuar uma demonstração.

segunda-feira, julho 10, 2006

Karate melhora a qualidade de vida de idosos

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os factores de risco são vistos como um conjunto de elementos que com o passar do tempo desencadeiam doenças crónico-degenerativas causando danos à saúde e a perda da qualidade de vida principalmente aos seres humanos da terceira idade.
Fazem parte deste conjunto as aptidões físicas, emocionais, profissionais, intelectuais e espirituais, que podem ser administrada de maneira positiva ou negativa, gerando bem-estar geral ou uma saúde negativa associada a riscos de doenças com possibilidade de morte prematura.•
A prática do karate desenvolve hábitos posturais e auxilia no fortalecimento da musculatura. Em pessoas com mais de 60 anos, o fortalecimento muscular contribui para a prevenção da osteoporose, maior flexibilidade diminuindo assim riscos de queda gerando bem estar geral e maior autonomia, além de construir com o passar dos dias a prática do exercício respiratório, responsável pela oxigenação do corpo, trazendo assim longevidade, isto é um expectativa de uma longa vida com prazer e saudável.

segunda-feira, junho 19, 2006

O ESPÍRITO DO KARATEDO: Movimento inicial e postura


Nos primeiros tempos do KarateDo, alguns anos depois de 1935, os clubes de Karate de colégio por todo o Japão, mantinham encontros entre si. Estes encontros eram chamados de Kokangeiko (práticas de cortesia), onde os participantes eram livres de se atacarem uns aos outros com todas as técnicas à sua disposição. A seu objectivo original era promover amizade entre clubes.

Estes encontros consistiam na demonstração de Katas e num conjunto de padrões de defesa e ataque ou a pratica do ataque e contra-ataque. Este último idealizado numa relação formal. Uma pessoa atacava apenas uma vez e por sua vez o seu oponente contra-atacava de novo apenas uma vez. Assim, continuavam alternando controladamente.

Mas o sangue jovem dos estudantes corria demasiado quente para serem satisfeitos com tal mansidão. Eles não conseguiam resistir à tentação de usar o máximo de técnicas que tinham aprendido e as capacidades que tinham obtido através do treino diário.

Havia cinco ou seis concorrentes de cada universidade neste género de combates livres. Soltando gritos ferozes ao sinal, os adversários começavam a combater. Se alguma situação complicada se desenvolvesse, era da responsabilidade dos juízes intervir e separá-los. A verdade é que os juízes raramente tinham tempo de exercer a sua responsabilidade. Estava tudo acabado em 30 segundos. Alguns dos concorrentes tinham dentes e narizes partidos, outros tinham os lóbulos das orelhas praticamente arrancados ou estavam paralisados com um pontapé na barriga. Os aleijados encolhiam-se aqui e ali espalhando-se pelo dojo - era uma cena sangrenta.

O Karate, nos seus primeiros tempos, não tinha regras de combate, apesar de haver um acordo de cavalheiros em que se evitava os golpes aos órgãos vitais. Mesmo com tantos feridos, o costume de realizar estes combates manteve-se popular durante algum tempo.

Eu era aluno de Karate num clube nesses tempos. Se esse costume continuasse, temia eu, o Karate degenerava numa técnica bárbara e perigosa. Mesmo assim, derrotar um adversário é o objectivo comum a todas as artes marciais. O praticante tem de poder combater livremente, usando as suas técnicas se quer manter as suas capacidades. Se é assim, pensei eu, então o Karate é demasiado poderoso e perigoso para combates de competição.

O Karate desenvolveu-se em Okinawa, onde as pessoas eram estritamente proibidas de usar armas. Os praticantes lá, treinavam geralmente sozinhos através da prática centrada no Kata. Eles não disputavam combates. Embora nós possamos manter a nossa técnica através de prática sem um oponente, nós não podemos melhorar a nossa condição mental e física na preparação para o combate real.

Especificamente, nós precisamos de aprender a ultrapassar a nossa ansiedade e a saber a que distância devemos estar do nosso oponente. Sem a prática com um oponente nós não temos a chance de treinar ao máximo das nossas capacidades. Eu estava numa incerteza. Combater é perigoso, mas combater é indispensável. Apenas através do combate é que conseguimos manter as capacidades essenciais para a nossa arte marcial.

Mesmo depois de licenciado na Universidade, eu continuava na esperança de ver o desenvolvimento de um tipo de combate que tornasse o Karate numa arte marcial moderna. Eu cheguei a organizar alguns combates em que os participantes usavam equipamento de protecção, mas esse tipo de acessórios era um obstáculo e acabou por ser mesmo a causa de algumas lesões. Eu tinha de continuar em busca de uma solução, isto tudo um pouco antes do começo da IIª Guerra Mundial.

Depois da Guerra, o Japão abandonou a consciência militarista do passado e fez um novo começo como uma nação pacifista. Mesmo assim, os clubes de Karate continuavam a efectuar os seus campeonatos de combates selvagens e os lesionados continuavam a amontoar-se. Num clima de paz, a violência sob qualquer forma era uma situação condenável. Se o Karate continuasse como estava, acabava por ser visto como uma representação concreta da violência e acabaria certamente por desaparecer. Contudo, o Judo e o Kendo estavam a desenvolver-se como desportos. Os gloriosos campeonatos entre nadadores ou jogadores de basebol iluminavam a tristeza do pós-guerra. Os jovens praticantes de Karate esperavam que o Karate se tornasse num desporto, que tivesse regras para os combates.

Eu pensava que já era tempo de fazer do Karate um desporto. Estudei as regras de muitos desportos e observei muitos campeonatos. Finalmente, desenvolvi regras para os combates e estilos de luta que permitissem aos praticantes usar o máximo das suas técnicas sem se aleijarem uns aos outros. No entanto, se pusermos demasiado ênfase no combate, perdemos em técnica. Para prevenir essa situação, resolvi criar também campeonatos de Kata.

Os campeonatos que desenvolvi consistindo em Kata e combate livre, foram realizados pela primeira vez em Tokyo no All Japan Grand Karate Tournament, em Outubro de 1957, com o patrocínio da Japan Karate Association. Os combates foram bastante impressionantes, com rápidos ataques e contra-ataques e técnicas bem controladas. Os participantes em Kata realizavam rápidos e bonitos movimentos. Ambos os combates e os Katas impressionaram bastante a audiência. Nem sequer um dos praticantes de combate livre ficou lesionado. Os novos combates foram um grande sucesso. Esse foi o começo dos combates praticados hoje em campeonatos de Karate em todo mundo. Finalmente uma forma de combate próximo do combate real acabava por chegar ao público.
Como podem ver, eu resolvi o impasse em que me encontrava e tive sucesso ao criar novas formas de combate. Mas no entanto ainda temo por uma coisa: conforme os combates de Karate se vão tornando populares, os praticantes de Karate tornam-se demasiado absorvidos na vitória. É fácil pensar que ganhar um ponto é importante, e os combates provavelmente perderão a rapidez de acção característica do Karate. Neste caso, os combates de Karate degenerariam numa mera troca de golpes. Mais ainda, eu não poderei dizer se a ideia de combates livres vai de acordo com a ideia do espirito do Karate, ensinado pelo Mestre Funakoshi, o fundador do Karate-Do. Pelo que irão ver mais tarde, o espirito do seu Karate exigia um elevado sentimento ético.

O Mestre Funakoshi, várias vezes recitava um velho ditado de Okinawa que dizia: "Karate é a arte dos homens virtuosos". Escusado será dizer que para os praticantes de Karate demonstrarem o seu poder e técnica em rixas de rua, estarão a ir contra o espirito do KarateDo, o significado de KarateDo vai para além das vitórias em campeonatos ou das técnicas de auto-defesa. Ao contrário dos desportos mais comuns, o Karate-Do tem um espirito próprio. Ser um verdadeiro Mestre é compreender o espírito do Karate-Do como uma arte marcial.

O KarateDo tem-se tornado popular nos nossos dias, e o seu espirito poderá se desvanecer das nossas mentes. A partir deste ponto, eu poderia falar do espirito do Karate, retornando às raízes do seu caminho marcial.

Diz-se que "no Karate não existe primeiro ataque" (sente). Isto é uma advertência para os praticantes não lançarem o primeiro ataque e uma estrita proibição contra o uso consciente das técnicas de Karate.

Os Mestres de Karate, especialmente o Mestre Funakoshi, advetia os seus alunos com essas palavras vezes sem conta. De facto, não é um exagero dizer que elas representam o espirito do Karate.
Em Karate, todo o poder do corpo é focado num só ponto, como um punho ou um pé, de modo que toda a sua energia destrutiva é libertada num único momento, por isso o aviso: "vejam sempre os vossos punhos e pés como se fossem espadas. Num combate, o punho ou pé do atacante é em principio, dirigido a um ponto alguns centímetros do corpo do oponente, de maneira a não causar nenhuma lesão. Da consideração por tal poder destrutivo, vêm as palavras: "em Karate não existe primeiro ataque".


Por : Shihan Masatoshi Nakayama
(publicação no nº 46 da Fighting Arts International Magazine

sábado, junho 03, 2006

CURSO DE KARATEDO VILA DE MIRA


Data 17 e 18 de Junho

Horários: Sab: das 09.00 até às 10.30-Todas as graduações
Das 10.30 até ás 12.30- A partir de 6º kyu
Das 17.00 até às 18.30- Todas as graduações
Das 18.30 até às 20.00- A partir de 6º kyu
Dom.: Das 09.00 até às 10.30- Todas as graduações
Das 10.30 até ás 12.30- A partir de 6º kyu

Local: Pavilhão do Clube Domus Nostra, Portomar, Mira.

Preço: 20 Euros

Instrutor: Sensei Vilaça Pinto 6º Dan

Informações: E-Mail1
E-Mail2

domingo, maio 28, 2006

ÚLTIMA HORA

O treino de avançados vais realizar-se no próximo sábado dia 3 na Poutena.
Como tal o treino de Junho passara par o dia 1 de Julho em Arazede.
Os exames de graduação não vão sofrer alteração de data e estão marcados para o dia 8 de Julho também em Arazede.
Entretanto o estágio de Mira já rola. Será ministrado pelo Sensei Vilaça Pinto 6º dan, nos dias 17 e 18 de Junho.

segunda-feira, maio 22, 2006

NOVO DOJO


É com grande prazer e satisfação que anuncio a abertura de um novo local para a prática do karate shotokan.
Desta feita vamos entrar no concelho da Figueira da Foz, freguesia de Moinhos da Gândara.
Faça já a sua inscrição Na Associação Cultural e Desportiva de Ribas.
Nunca é tarde para começar a praticar esta nobre arte.

sexta-feira, maio 19, 2006

SENSEI NAKAYAMA


O Sensei Nakayama nasceu em Kanazawa/Japão em 1913 e começou a treinar Karate com o mestre Funakoshi em 1931, aos 24 anos. Em 1955, foi indicado como Instructor-Chefe da Japan Karate Association (JKA), devido ao seu grande talento como lutador e como mestre. Como professor e director de Educação Física na Universidade de Takushoku (também conhecida como Takudai), Nakayama foi o pioneiro no desenvolvimento do Karate Shotokan por meios científicos. Escreveu vários livros (entre eles a série Best Karate), fez filmes didácticos e ministrou seminários pelo mundo inteiro, o que o transformou numa grande autoridade no Karate Shotokan. Mestre Nakayama faleceu em 1987, tendo cumprido seu objectivo de expandir o Karate internacionalmente, e tornando a Japan Karate Association na mais respeitada organização de Karate de todo o mundo.

sábado, abril 22, 2006

Miyamoto Musashi

Miyamoto Musashi nasceu para se tornar o maior samurai de todos os tempos.

Desde a sua primeira luta, prenunciando o que seria sua vida futura, aos treze anos de idade, conheceu o sabor da vitória. As suas lutas quase sempre terminavam com a morte do rival. Esses actos, aos nossos olhos, podem até parecer cruéis, mas para os samurai, a morte era encarada com naturalidade. Musashi foi concebido com glória da iluminação, por meio do Kendo, e com isso desenvolveu uma visão precisa da realidade, premiada com uma conduta digna e honrosa.

Musashi foi um mestre no caminho da espada, procurou a perfeição na arte da esgrima até sua fama alcançar as principais cortes do Japão. Criou um estilo de luta com duas espadas, chamado Niten Ichi Ryu e quando as suas habilidades com as suas espadas, longa e curta e com a lança tornaram-no invencível, o guerreiro mais temido de todo o Japão, retirou-se e dedicou-se a escrever o livro Go Rin No Sho, O livro dos Cinco Anéis, um clássico da literatura japonesa, aonde deixa um legado da sua técnica às futuras gerações. Shimen Musashi no Kami Fushiwara no Genshin, teve inúmeros combates, o primeiro deles foi aos treze anos de idade, contra Arima Kihei, um samurai da escola xintoísta Ryu. Participou da batalha de Sekigahara, no qual sobreviveu ao massacre sobre sua facção derrotada e continuou percorrendo o seu bushido.

Lutou contra a família Yoshioka. Seijuro, foi o primeiro da família a enfrentar Musashi, que empunhava uma espada de madeira, ao contrário de Seijuro, que trazia uma espada de boa qualidade. Musashi derrubou e espancou Seijuro furiosamente. Após a sua vitória, permaneceu na capital, esse comportamento irritou muito os Yoshiokas. Densichiro foi o segundo do clã a desafiar Musashi, que depois do início da luta quebrou o crânio do oponente que morreu imediatamente. Uma terceira luta foi proposta, agora contra Hansichiro, filho de Seijuro. Musashi chegou mais tarde ao local do duelo e escondeu-se. O rapaz havia chegado bem antes com um grupo de homens bem armados. Quando julgaram que Musashi, se tinha escapado do duelo, eis que ele surge e mata o jovem. Depois, com as suas duas espadas, causou ferimentos e mortes entre o grupo e fugiu, essa foi a primeira vez que Musashi usou as duas espadas simultaneamente.

Em 1605, após derrotar Oku Hozoin, monge discípulo de Hoin Inei, Musashi passou algum tempo estudando as técnicas dos sacerdotes lanceiros. Na província de Izumo, após derrotar o campeão local Matsudaria, permaneceu um tempo como professor desse senhor, mas o duelo mais famoso de Musashi, foi em 1612 em Ogura, província de Bunzen, contra Sasaki Kojiro, dono de uma técnica de esgrima conhecida como Tsubame-gaeshi. O local do duelo era uma ilha próxima de Ogura. Musashi, durante a viajem para chegar ao local, esculpiu uma espada a partir do remo existente no barco. Estava com uma aparência suja, pouco ortodoxa. Todos, inclusive Kojiro se surpreenderam com sua figura. Musashi correu sobre seu oponente que lançou a espada fora da bainha e em seguida se desfez da própria bainha. Com um golpe desferido pela sua espada feita do remo, Musashi abriu o crânio de Ganryu Kojiro, que caiu morto.

O duelo contra Muso Gonnosuke, um dos maiores manejadores do bastão de todos os tempos, foi um dos mais famosos também. Tanto Musashi como Gonnosuke, afirmam enfaticamente nos seus livros que, no dia do duelo, foram derrotados um pelo outro, já que ninguém saiu vencedor desse duelo. Depois, Gonnosuke tornou-se um dos melhores amigos de Musashi, e criou o Bojutsu.

O livro Musashi, de Eiji Yoshikawa, foi o livro mais lido e mais vendido da história do Japão. Conta a história de Musashi em dois grossos volumes. A leitura deste livro leva-nos a um grande entendimento da cultura japonesa